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 A Paixão de Orihime

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Rukia-nee-san
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MensagemAssunto: A Paixão de Orihime   Qui 28 Ago 2014 - 3:20

Notas da Autora

Okaeri leitores lindos!
Espero que gostem do capítulo, dediquei-me muito a ele, hehe. Gomen o atraso, estive a pensar sobre o enredo desta fic e lembrei-me de algo. E bom eu estar a dedicar-me a três fics diferentes sem contar aquela que faço com a Shino-chan, está meio complicado. Principalmente porque se não actualizo The Hell Verse a minha irmã me mata! (Matar talvez seja exagero, mas esconder o chocolate todo isso sim... Isso não é o mesmo que morte? kkkkk)

Boa leitura*

Capítulo 5 - O Sorriso do Sol


“– Onna...

– Nani?

– Seu coração...

– O que tem ele?

– Ele pertence a alguém?

– O... O que quer dizer?

– Posso senti-lo?

– Cla... Claro, bem... Não vejo problema...

Ulquiorra se levanta e anda em direção a ela, ele estende a mão como fez da primeira vez, mas deposita a mão toda no peito dela sentindo seu coração...

– Ulqui... Ahh *Corada*

– Ele está rápido... Por quê?

– Ahh...*Ulquiorra se aproxima e começa a ouvi-lo.*

– Posso ouvir... Onna...*Suas faces estavam próximas e Orihime corada*

– Ulquiorra-kun... *Sussurou*

– Então ele fica aqui, em seu peito...

– Não só no meu, mas no de todos os humanos...

– Entendo...

Ulquiorra colocou sua mão no rosto de Orihime e começou a aproximar seu rosto do dela,

– Ulqui...*Corada e começou a fechar os olhos devagar...”

[Fanfic Ulquiorra No Ai de ReyCrimson, excerto do Capítulo 6: Três Dias de Confusão e Amor – (1)]





Orihime acorda com a claridade sorrateira do sol que se esgueirava pelo seu quarto adentro, como se este fosse um convidado há muito esperado, o que não era o caso. Não que a jovem humana não apreciasse o frescor que as manhãs trazem nos bolsos, do vento frio que brinca de bagunçar os cabelos e o levantar os pêlos num arrepio delicado. Saboreava ainda mais quando essas manhãs traziam para a ruiva, seu sabor em forma de beijos e abraços apertados numa sutileza que só elas possuíam.

A ruiva sorri involuntariamente ao observar a silhueta de Ulquiorra debaixo de suas cobertas, os olhos ainda cerrados e a mente presa em um sonho qualquer que logo será esquecido. Ela passara a noite ao lado dele, velando o sono do moreno temendo que ele pudesse sentir-se mal durante a noite. A conversa que tivera com o fugitivo da Soul Society torturava sua mente, angustiando seu peito...



FLASHBACK ON



- Urahara-san descobriu o que tem o Ulqui-kun?

A ruiva observava arreliada o moreno estatelado em sua cama, embrulhado nos lençóis índigos finos. Apoquentada, Orihime empenhava-se em limpar todo o suor que escorria pela testa frangida de Ulquiorra, apreensiva via o espada vulnerável, inconsciente apertar com os seus punhos as cobertas húmidas. Por um milésimo de segundo, a humana desviou o olhar de Ulquiorra para o loiro que omitia o seu rosto pelo leque. Mas por algum motivo desconhecido a ruiva pressentia que o shinigami não estava com as suas costumeiras brincadeiras jocosas, estava seriamente pensativo e camuflava a sua expressão nas sombras para não preocupá-la ainda mais.

- Não, terei de averiguar mais detalhadamente Inoue-san… Mas não se preocupe, não serão umas dores de cabeça que quebrarão o grande Ulquiorra-sama!

A resposta do loiro desmanchou a expressão esperançosa da humana por um momento apesar de ela sorrir forçadamente com o seu último comentário. A humana recordava-se de Ulquiorra em sua segunda resurrección. Sim, não era uma enxaqueca que derrotaria o quarto espada. Lembrava-se que na altura não temeu o morcego, por consequente assombrou-se com a inesperada transformação hollow de Ichigo, supostamente aquele que a salvaria. Aquele que a sequestrou, foi aquele que a protegeu. Esses pensamentos iluminaram a sua mente, preenchendo-a de expectativa. Ela confiaria no poder do quarto espada.

- Sim, tem razão. Obrigada Urahara-san, por tudo. Eu também queria pedir para…

- … Não contar nada ao Kurosaki-san.

- Sim. O Kurosaki-kun não o aceitará e tenho medo que eles comecem a lutar.

- Fica calma, eu sei guardar um segredo.

Orihime sorri em gratidão para o shinigami. Contudo, Urahara mantém-se em silêncio, aguardando paciente o que ela ainda teria para falar, sabia que algo a angustiava.

- Há mais uma coisa que me preocupa… Ulqui-kun disse-me que espadas querem vingança. E os que não queriam foram considerados traidores tendo de fugir de Hueco Mundo.

Essa noticia chamou a atenção do loiro, ele suspeitava que de facto algo tivesse acontecido para o Ulquiorra estar refugiado no apartamento da ruiva. Mas não esperava que fosse tão sério assim...

- Para além de Ulquiorra, quem são os outros espadas?

- Grimmjow e a Nell-chan. Estou preocupada com eles!

- Eu vou achá-los. E prometo fazer de tudo ao meu alcance para os ajudar Inoue-san.

- Não sei como lhe agradecer!

Inoue voltou a contorcer seu rosto num singelo sorriso e o dono da loja riu discreto, colocando uma de suas mãos no topo da cabeça da jovem.

- Continue a sorrir Inoue-san, essa é uma dádiva para qualquer amigo seu. Continue sendo a mesma pessoa incrível que é, e acima de tudo não deixe de iluminar este mundo de guerra com o seu espontâneo sorriso, Orihime. Volta teu rosto sempre na direcção do sol, e então, as sombras ficarão para trás. O teu sorriso é mais forte do que qualquer bankai ou resurrección. Foi com ele que fixes-te o impensável, desarmar o quarto espada. Foste tu quem iluminou o solitário Hueco Mundo, que coloriu a sombria Las Noches, que aqueceu o coração do espada mais frio. O teu sorriso iluminou a vida dele, eu pude ver isso no seu olhar… Eu nunca pensei ver algo do género numa alma condenada, num monstro, mas vi… No meio da guerra, resgatas-te a paz. Não sei se a vida é curta ou longa demais para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. E esse é definitivamente o teu maior dom, Orihime Inoue. Alcançar o coração daqueles que mais ninguém consegue ver. Muitos crêem que não o têm mas tu o consegues sentir.

Orihime fica petrificada com suas palavras e observou o loiro assumir a sua antiga postura e abanar o leque numa leve despedida, enquanto ele desapareceu num piscar de olhos. A ruiva permaneceu incrédula no mesmo lugar. Suas palavras a comoveram, isso era um facto. Ela sempre treinou para poder ajudar os seus amigos, sempre se viu como um atrapalho, uma incompetente… E o Urahara dizia que bastava sorrir, que acima de tudo ela não perdesse seu sorriso? Isso seria de facto suficiente?

Obviamente, a humana percebeu o sentido figurado naquelas frases. O loiro não se referia a machucados físicos, para isso requeria o Soten Kisshun, ele falava nas cicatrizes do coração... Aquelas que Ulquiorra desmentia, aquelas que ela curaria como todas as outras. A ruiva desviou o seu olhar para ele e não evitou apaixonar-se novamente pelo moreno. Parecia um anjo caído, perdido naquele mundo.

- Acho que invertemos os papéis, agora sou eu que cuido de ti… Ulqui-kun.

Ela sempre ansiava por cor enquanto vivia naquele mundo branco, negro. E o arrankar foi a sua cor, os seus intensos olhos verdes a salvaram. Aqueles olhos cor jade que a observavam desde o mar branco e preto.



FLASHBACK OFF



Pela janela aberta, a ruiva escutava um pássaro possuído pela alegria de sua liberdade em voar, cantava animadamente os versos que aprendeu a compor para a Natureza. A claridade já se esparramara por todo o apartamento, varrendo o chão e as paredes com o seu manto amarelado e ofuscante.

Orihime sacode aquelas nuvens cinzentas que flutuavam irritantemente em sua cabeça, rumando mais animada à cozinha preparar o café da manhã. Porém, trava o seu trajecto ao ver o seu reflexo suspenso no espelho do corredor. Aproximou-se cautelosamente até enxergar-se nitidamente, entrando em completo choque.

Não era ela, ou melhor era mas… Não parecia! Estava mais velha. Seus cabelos estavam mais longos e lisos. Seu olhar estava diferente, mais maternal? E as roupas foram o que mais chamaram sua atenção… Um kimono elegante róseo. Aquela mulher parecia uma representação futura do que Orihime se tornaria, contudo as vestes faziam crer que na realidade aquela imagem fosse uma impressão do seu passado.

Ergueu sua mão, e viu seu reflexo fazer o mesmo, seriam idênticas se não fosse por suas expressões. Inoue tinha uma expressão horrorizada enquanto o reflexo sorria tranquilamente, até que seu dedo tocou o vidro gélido, enconstando no dedo da outra ruiva. As pérolas acinzentadas combatiam-se entre si, tentando encontrar uma justificação para aquele momento. Orihime viu o rosto da mulher por um momento contorcer-se de dor e lacrimejar, sentiu-se mal por isso, como se ela conhecesse aquela dor mas não se lembrasse.

- O que tanto olhas nesse objecto, mulher?









“O sol é para as flores o que os sorrisos são para a humanidade.”

Joseph Addison


Notas Finais

Aqui não falo como escritora mas como amiga: nunca se esqueçam de sorrir! Nunca sabemos quando nossa vida pode acabar, e sorrir para quem amamos... É traduzir os nossos sentimentos por um simples gesto. Sorrir nunca é demais, mesmo em problemas, sorri para as dificuldades. Mesmo que doa, sorri para a vida mesmo quando esta te derruba. Se há algo que me encanta nesta personagem é o seu sorriso aberto, a sua alegria. Ela conseguiu colorir Las Noches... Todos sabem: só há cores porque há luz solar. Por isso, chamei Orihime de Sol, o Sol particular da vida de Ulquiorra e a Luz de Las Noches.

Já agora gostava da vossa opinião sincera... Sei que é meio cedo, já que esta fic está no início. Mas para quem leu as minhas fics UlquiHime: qual é a melhor até agora? Poderiam dizer o que acho que devo melhorar? Só quero fazer o melhor para agradar os meus leitores! Obrigada por tudo!

Beijinhos Doces,
Jya née.






Observação: Perdoem por eu não publicar os capítulos da fic Hitsukarin que eu escrevo com a Shino-chan aqui... Mas bem a fic não é só minha e não acho certo fazer isso. Para quem quiser seguir está aqui o link: http://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-bleach-snow-flower-2333030


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