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 Os Sentimentos de Ulquiorra

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Rukia-nee-san
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Feminino
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Personagem Favorito : Toushirou H.
Anime Preferido : Bleach, Fairy Tail
Localização : Terra do Nunca
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MensagemAssunto: Os Sentimentos de Ulquiorra   Seg 21 Jul 2014 - 18:37

Capítulo 25- Conhecendo o Passado

Soul Society

– Onde vamos Toushirou? - Perguntou pela milésima vez Karin, já saturada por o albino não lhe responder devidamente.

– Quando lá chegares, vais descobrir.– Ele estava completamente indiferente à raiva dela... Não iria estragar a surpresa só por causa da impaciência dela.

– Ahhh, tu és impossível.– Desistiu. Cruzou os braços, fazendo biquinho, e continuou a segui-lo. Conhecia o feitio do capitão de gelo. Sabia como ele era teimoso. Nada do que ela dissesse ou fizesse o faria mudar de ideias.

Toushirou sorriu discreto. Estava até a achar graça àquela situação toda. Sabia o quanto ela era curiosa e deveria estar a ser uma tortura para ela não saber onde iam. Lembrou-se que ele foi pedir, pessoalmente, ao Comandante para lhe dar a ele e a uma das suas subordinadas (que nem foi preciso dizer o nome porque era bastante claro a quem ele se referia) um dia de folga. O velho abriu um olho e como compreendendo as minhas intenções ele aceitou.

Ele ia levar a Karin a conhecer a sua vovó de Rukongai. Queria que a sua companheira conhecesse a sua única família, à parte da Hinamori. Aquela senhora tinha sido mais que uma mãe para ele. Teria sempre um lugar especial no seu coração. Era importante para ele que Karin conhecesse-a, como era importante que a sua vovó conhecesse a mulher da sua vida. Nada mais lógico.

Após chegarem a uma casa no meio da floresta, Karin ficou ainda mais intrigada. Afinal o que eles vieram fazer aqui? A casa não era nem um pouco luxuosa, muito pelo contrário, notava-se o seu desgaste pelos anos. Mas mesmo assim era uma casa linda, parecia uma casa de bonecas, toda feita de madeira com flores. Era até acolhedora.

A porta abriu com um rangido e uma senhora de idade saiu pela porta. A idosa ao vê-los não se assustou ou surpreendeu. Parecia até que os esperava à algum tempo. Ela sorriu docilmente.

– Toushirou-kun, há quanto tempo.

– Ohayo vovó. – Karin arregalou os olhos com as palavras dele e virou-se na sua direcção. Teria ouvido bem? Decidiu não perguntar nada. Por enquanto.

– E quem é esta menina tão bonita? – Karin ficou corada, e meio encavacada apresentou-se - Kurosaki Karin, senhora. Prazer.

– Não, o prazer é todo meu querida. Sempre quis saber quem seria a namorada do Toushirou-kun.– A avó ria e ao ver a expressão deles riu ainda mais. Eles ficaram completamente vermelhos, tinham vontade de se esconder nalgum buraco que encontrassem. Não disseram nada, afinal, eles eram mesmo namorados. Não fazia sentido nenhum contradizer.

– A...rig...atou…– A senhora de idade não parava de sorrir. Achava engraçado o embaraço daquela criança tão ingénua. Por um breve momento perdeu a compostura, assumindo uma cara mais séria. Analisou a Karin de cima a baixo, como procurando defeitos. Quando olhou nos olhos ónix, a Kurosaki sentiu um arrepio na espinha. Parecia que aquela mulher lhe estava a ler a alma!

A avó voltou a colocar um sorriso na cara e convidou-os a entrar, mas antes pediu ao Toushirou que fosse comprar melancias para eles comerem. Ela não conseguia mais andar e carregar sacolas tão pesadas. Ele hesitou um pouco, duvidando que fosse isso mesmo. Mas logo percebeu que ele estava a mais. Ela queria falar com a Karin. Olhou de relance para as duas e sumiu no shunpo, fazer o que lhe tinham pedido.

– A senhora quer falar comigo certo? O que deseja falar comigo que o Toushirou não pode ouvir?– Ela não era estúpida. Percebeu muito bem as intenções da avó, e não sabia se isso era bom ou mau sinal. Mas preferiu acreditar na primeira opção. Ela era importante na vida do homem que amava... Não queria entrar em guerra com alguém tão especial para ele. Não o queria magoar.

A senhora olhou para a jovem à sua frente. O seu olhar determinado. Gostou disso.

– Perspicaz, isso é bom. Sim minha querida, eu preciso de falar contigo...– A senhora abaixou o olhar cabisbaixa, e Karin sentiu uma tristeza perfurar-lhe o peito quando viu isso, queria ajudar a senhora mas não sabia como. - ... Quais são as tuas intenções com o Toushirou-kun?– A pergunta apanhou a shinigami desprevenida. Ela não esperava por algo assim e não compreendeu o porquê daquela pergunta. Percebendo a sua confusão interior, a avó continuou - Ele já sofreu muito, não quero que sofra mais...

Karin olhou com pena para a senhora. A sua preocupação era de uma mãe. Sorriu ao pensar no que a sua mãe diria ao Toushirou, mas logo reflectiu sobre as palavras da senhora de idade. Teve receio em dizer o que pensava, mas teria de dizê-lo.

– Seria desonesta se dissesse que nunca o farei sofrer... Sou uma mulher como qualquer outra. Tenho as minhas falhas, vou sempre magoá-lo de alguma forma. Por vezes vou ter vontade de matá-lo... Vou ter ciúmes e agir como uma boba. Quem não agiria no meu lugar com aquele homem? É demasiada beleza para uma pessoa.–Riu um pouco com a sua frase, mas logo voltou ao tom sério- Vai sempre haver discussões, umas mais fortes que as outras, talvez eu o venha a desiludir. Mas avó, isso faz parte da vida, faz parte do amor. Não se preocupe, as minhas intenções não são más. Sei que o magoarei como ele a mim, mas é por nos amar-mos que lutaremos para superar esses momentos de dor. Dor é inevitável numa vida feliz. Nós só somos felizes quando sabemos o que é a tristeza.

Karin abaixou a cabeça temerosa que a senhora fosse tratá-la mal, dizer que não era a mulher certa para o seu neto... Qualquer coisa... Menos aquilo.

Ela sentiu uma mão no seu queixo, levantando a sua cabeça. A morena a viu sorrir, com lágrimas nos olhos e abraçou-a. Karin ao início ficara quieta, não sabendo como reagir. Mas depois abraçou-a de volta.

– Tens razão pequena. Não esperava palavras tão sábias de alguém tão jovem, tenho a certeza que o meu menino vai estar muito bem acompanhado.– A shinigami abaixou a cabeça envergonhada. Não esperava aquela atitude tão atenciosa da senhora, mas estava feliz por saber que acertou nas palavras. Uma única má escolha, uma palavra errada, e estragaria tudo. Sorriu, mesmo sentindo ainda as bochechas quentes.

Do lado de fora da casa, o capitão ouvira toda a conversa. A avó tinha o mandado ir buscar melancias, mas ela ainda tinha algumas guardadas atrás da casa. A sua vovó queria que ele ouvisse Karin, sem ela saber que ele a escutava.

Sentia um calor no seu peito, e um leve rubor formava-se na sua face. Tal como a senhora de idade, ele não esperava por aquelas palavras e não evitou emocionar-se. Sentia-se um afortunado por ser namorado dela. E sorriu presunçoso com o comentário dela à cerca da sua beleza física. Aquela informação lhe seria útil mais tarde. E ele saberia muito bem como usar aquela informação. Afinal, era um capitão e tinha experiência nessa área. Ria com malícia. Mas por agora, teria de voltar para dentro de casa, levando consigo as melancias para a morena não suspeitar do plano deles.

Ao passar pela porta, olhou cúmplice para a sua avó que limitou-se a rir. Karin não percebeu nada e antes que ela perguntasse algo, ele foi deixar as melancias na cozinha. A vovó mandou o Hitsugaya sentar-se na sala ao lado da shinigami, enquanto ela preparava sumo e cortava a melancia para eles. Eles ofereceram-se para ajudar, mas ela gentilmente recusou.

Após a senhora se retirar Karin olhou para o Toushirou como esperando uma explicação. O capitão suspirou pesado ao perceber isso.

– Quando nós morremos, a maioria perde as memórias. A nossa família passa a ser aquele que nos acolhe. Criamos laços familiares fortes, de união, e não propriamente de sangue. Foi assim com a vovó e com a Hinamori. Tu conheces uma das minhas avós. A vovó Haru no Mundo Humano mas nunca conheces-te a vovó de Rukongai e eu queria que conhecesses. – Ele não evitou ficar corado com as suas próprias palavras. – Ela é muito importante para mim. Não me rejeitou por eu ter o cabelo branco, assim como tu ficas-te indiferente à cor do meu cabelo... Não senti discriminação, pelo contrário senti que me apoiou e muito. Sempre me encarei como diferente, como se fosse uma aberração mas a vovó disse sim que eu era diferente, mas porque era especial e que um dia me dariam valor por isso. Vocês são essenciais para mim e eu queria que se dessem bem.– O albino falava sem olhar directamente nos olhos dela, já lhe era difícil confessar tudo aquilo, e ainda ter de olhá-la nos olhos... Era muita vergonha!

Karin sentiu que estava num sonho. Num sonho que não queria acordar. Estava radiante, felicíssima. Ele estava a contar uma parte do seu passado. Uma fase difícil. Estava a confiar nela… E por isso está a dar-lhe a conhecer parte do seu passado, da sua história.

Aproximou-se dele. Ele mantinha a cabeça baixa para esconder o rosto avermelhado. E ela sussurrou na sua orelha:

– Enganas-te Toushirou. A cor do teu cabelo não me é indiferente, nunca foi para ser mais precisa… O teu cabelo é das coisas que mais me atrai em ti. – O hálito morno dela arrepiava o capitão que ficara surpreso com as suas palavras. O seu peito parecia que ia explodir, o coração acelerou consideravelmente, e por minutos deixou de respirar. Que mulher era aquela? Hyourinmaru respondeu ao seu pensamento: A dona do teu coração, mestre.

Toushirou sorriu perante a resposta simples, mas verdadeira, da sua zanpakutou. Karin tinha a sua testa encaixada entre o pescoço e o ombro do Hitsugaya. Inspirava profundamente o ar, como se memorizasse o seu cheiro. Menta. Era um cheiro fresco muito bom. Condizia com o sabor de seus lábios. Não eram doces tampouco eram amargos, simplesmente eram irresistíveis. Um sabor viciante.

Ele olhava toda a extensão do rosto e pescoço dela, até que uma curiosidade invadiu sua cabeça. Ela sempre elogiava o seu cabelo. Mas ele raramente fazia isso com o dela. Reparou que nunca a tinha visto com os cabelos soltos desde que eles cresceram. Um sorriso malicioso estava presente na face do albino e ele com uma das mãos, puxou a fita branca que prendia o cabelo dela.

Os cabelos negros caiam como se fossem uma cascata. Cabelos negros como a noite, mas brilhantes. Pareciam a noite que era iluminada pelo luar. Eles não eram muito compridos, iam ligeiramente um pouco abaixo dos ombros.

O rosto da shinigami enrubesceu com o acto repentino dele. Tentou recuperar a sua fita mas de nada adiantou. Ele era mais forte e rápido que ela. Que injustiça!

– Toushirou! Devolve isso agora! Não gosto de ter os meus cabelos soltos! – Ela implorava vermelha, não gostava nem um pouco da brincadeira. O capitão por sua vez, olhava para ela com volúpia. Os cabelos soltos davam-lhe um ar mais inocente, quase angelical. Uma faceta dela que conhecia muito pouco. Isso atiçava os seus desejos mais primitivos.

– Acho muito bem que penses assim Karin. Se és bela com eles apanhados, és uma perdição com eles soltos. Quero ser o único a ver-te assim…– Enquanto falava, voltava a apanhar os cabelos que ele mesmo tinha soltado. E som um sorriso travesso, deu-lhe um pequeno beijo. Um tocar de lábios. Mas o suficiente para a temperatura dos corpos de ambos alterar. Era impressão sua ou a sala aqueceu em alguns segundos?

Logo a avó entrou na sala com a melancia e o sumo. Ai não! Tinham-se esquecido completamente dela! E pelo sorriso da senhora, ela viu tudo! Karin escondia a cara por debaixo das mãos, tendo vontade de sumir dali. Toushirou não estava em melhor estado, comia olhando o pôr-do-sol como se não tivesse acontecido nada.

Recordações invadiam a mente do capitão, e lembrou-se com alguma nostalgia dos tempos em que vivia em Rukongai. Lembrava-se do porquê de amar tanto a despedida do sol. E lembrou-se também, com um sorriso enorme no rosto, o porquê de amar ainda mais as noites de lua cheia.




Capítulo 26- Acordar um Espada


Hueco Mundo

Se em Las Noches houvesse sol, a esta hora ele estaria a nascer. E um espada de cabelo azul dormia preguiçoso na sua cama. Repousava tranquilamente. Tinha um sono pesado, podia cair-lhe tudo em cima que ele mesmo assim não despertaria.

Nelliel estava deitada ao seu lado e ria infantilmente ao ver a face descontraída do espada. Sentia-se bem ao pé dele, e a cada dia que passava isso ficava mais nítido.

– Jowjow-kun está na hora de acordar. – Nelliel tinha o seu peito nu por cima do dele. Como uma súplica para não perder o calor daquele homem no seu corpo. Como ela supunha ele não acordava nem por nada desse mundo. Bem, ao menos teria uma missão interessante logo pela manhã: acordar o sexto espada.

Com um sorriso travesso, Nell acariciava os cabelos azulados com uma de suas mãos, enquanto a outra contornava os músculos do peito do espada. Sentia-o arrepiar-se nas suas mãos e sorria vitoriosa com isso. Continuou a descer, e reparou que o espada já estava claramente excitado. Mesmo a dormir, ele é fogo. Ria com os seus próprios pensamentos maliciosos.

Fazia massagens com a mão no membro rígido do azulado, e com a boca mordia e sugava uma das orelhas dele. A cara do sexto se contorcia de prazer, gemia roucamente, nos seus sonhos. A ex espada sentia-se vitoriosa com as reacções que despertara no seu amado. Por um breve momento sentiu-se culpada, estaria a fazer bem? Quer dizer, ele estava a dormir… Mas logo espantou esses pensamentos, é por ele dormir muito que estavam naquela situação. Quem o mandou ter o sono tão pesado?

Logo sentiu que ele estava quase a chegar ao limite e parou os movimentos circulares. Ainda não. Ouviu um resmungo dele e gargalhou com isso. Aquele espada era hilário! Mas a realidade é que ela própria já estava a ficar impaciente. Cada poro do seu corpo ansiava por ele, independentemente do estado dele.

Devagar ela subiu para cima dele, ficando sentada na sua barriga. Gemeu com o contacto, mais ansiosa por ele. Beijou todo o abdominal do sexto, uma ou outra vez, mordia como deixando a sua marca no corpo dele, mostrando que ele era só dela. Deixava marcas profundas dos seus dentes fininhos. Perfurava-lhe a carne, sentindo fios de sangue escorregar pelo peito dele, mas não se arrependia. Ficava mais excitada com o que fazia, e aquela visão dele assim desprotegido a estava enlouquecer! Sentia-se cada vez mais húmida e logo, logo teria de terminar aquela brincadeira, mas até lá aproveitaria mais um pouco.

O sentimento de poder, que ela controlava a situação, a estava estimular. Incentivava a continuar o que fazia. Com as duas mãos apoiadas no peito do espada adormecido, ela começou a roçar as intimidades de ambos. Ela tentava conter os gemidos, que mais pareciam gritos… Mordia os lábios com força mas sem êxito. Acabava sempre por deixá-los escapar.

A mulher de cabelos verdes fartou-se das provocações e foi directa ao assunto, encaixando o órgão dele nela, a preenchendo. Um gemido abafado saiu da boca de ambos. Nelliel começou a mexer os quadris, balançava-os, e rebolava no Grimmjow. O prazer era imenso. Nelliel sentia os olhos a revirar por conta própria, não conseguia comandar mais o próprio corpo. Parecia que ele tinha vontade própria.

De repente ela assustou-se. Sentiu duas mãos apertarem as coxas dela com força. Abriu os olhos com dificuldade e viu Grimmjow desperto, com sede de desejo no olhar. Ele ajudou-a nos movimentos. Ficando mais rápidos e precisos. Já nenhum se preocupava em conter aquela paixão. Só queriam apagar aquele fogo que sentiam dentro de si.

As mãos dele subiram mais, apertando as nádegas da espada, comandando os movimentos dela. Obrigando-a a ir mais fundo nos movimentos.

O suor escorria pelas testas de ambos. Nelliel já nem conseguia manter as mãos firmes no peito no espada… Os corpos estavam transpirados, fazendo as mãos dela deslizarem pelo corpo másculo. O choque dos corpos, o próprio barulho das suas respirações irregulares, estava a levá-los ao ápice.

Nelliel sentia que estava quase no seu limite, e via pela expressão de espada que ele também. Sentiu, por fim, algo quente jorrado dentro de si e ecoou por toda a divisão o gemido profundo do Grimmjow. Nell não aguentou mais e também chegou ao orgasmo, sentindo o seu líquido misturar-se com o dele. Perdeu a força nas pernas e braços, desequilibrando-se e caindo por em cima do espada. Sentia o corpo mole. Que intenso!

Eles estavam a tentar normalizar os batimentos cardíacos e a respiração. Não se mexiam, nem diziam nada. Estavam demasiado ofegantes para palavras bonitas. Também, quem precisava delas depois de fazer amor de uma forma tão intensa? Ainda sentia aquela sensação abrasadora que se iniciara no seu ventre e que se espalhara por todo o corpo.

Nelliel ao sentir a temperatura do seu corpo baixar, ergueu levemente a cabeça, dando ao espada o seu sorriso mais inocente de todos.

– Ohayou Gozaimasu Jowjow-kun!– Ele arqueou uma sobrancelha, então foi por isso? Para o acordar? Ela fez isso tudo com aquele fim? Não sabia se haveria de rir pela atitude infantil (aliás nada infantil!) ou pela ousadia de vir para cima dele, aproveitando-se da situação frágil em que ele se encontrava, e fazer tudo aquilo com ele, sem seu consentimento!

Deu um discreto sorriso. Se dissessem que existia uma mulher assim, ele não acreditaria. Mas aí estava. Uma mulher do paraíso. Era capaz de ser a mulher mais provocadora e inocente ao mesmo tempo. Qual era o truque que aquela mulher usava para conseguir isso? Porque tinha de ter um truque. Era impossível alguém ser assim naturalmente e espontaneamente. Mas ao ver os seus olhos da cor de mel, começou a duvidar dos seus próprios pensamentos. Um anjo. Ela tinha simplesmente o olhar mais dócil que já tinha visto.

– Nelliel, tu és a maior tarada que eu já conheci. – Suspirou cansado, mas com um sorriso brincalhão no rosto. Ele a partir daquele momento iria atrasar-se mais vezes para acordar.




Capítulo 27- Família em Las Noches

Hueco Mundo

– Onna, diz de uma vez por todas o que se passa. – Ulquiorra já estava a ficar impaciente. Orihime o chamara para conversarem sobre algo sério, a sós. Ele ficou preocupado com a expressão dela e seguiu-a até aos seus aposentos. Mas até agora ela só enrolava e não dizia nada. Sem contar que mexia exageradamente as mãos e não lhe fitava os olhos. Pela expressão dela não era muito grave mas mesmo assim não deve ser algo muito leviano. Ela temia a sua reacção e não estava a perceber o porquê isso.

– Certo, vou directa ao assunto. – Finalmente, Ulquiorra não evitou de pensar. Orihime olhou com receio para ele, a sua voz saiu meio trémula e por vezes engasgava-se, isto quando não comia as palavras. Mas graças ao ouvido apurado do quarto espada, ele percebeu tudo na perfeição.– Foi há dois meses, eu… eu estou grávida Ulquiorra! – Ela gritou a última parte. Tinha medo de ele não querer a criança. E não o censurava por isso. Rei do Hueco Mundo ser pai! Não cabia na cabeça de ninguém, e na dele deveria caber menos. Um filho é uma bênção, mas o que pensar se esse filho aparece num mundo cruel e sangrento? Em meio de guerras, em que todos os dias é uma luta pela sobrevivência...? Não sabia o que pensar. Não sabia se chorava de felicidade e corria a abraçar o moreno ou se agachava-se no quanto, sentindo-se uma irresponsável, por não ter evitado o sofrimento de uma futura criança.

Ulquiorra arregalou os olhos como nunca antes. Nem mesmo quando a reencontrara. Sabia que aquilo era possível de acontecer, mas nunca esperou. Também não era possível Orihime virar um hollow, tornar-se uma espada e manter as suas memórias e aconteceu, era o que dizia uma voz irritante na cabeça do quarto espada. Agora ele percebia a preocupação dela, e reparou que isso aumentava a cada segundo que o seu silêncio se prolongava. Viu a ruiva a abaixar a cabeça e o corpo dela começar a tremer. Imaginou o que ela estaria a sentir, e o que estaria a passar naquela cabeça idiota. Sorriu de canto e caminhou na direção dela.

Abraçou-a, apertando o seu peito contra a cabeça dela. Como confortando-a. Ela ficou surpresa pela atitude dele mas manteve-se em silêncio. Não ousou abrir a boca e ele também não o fez.

Pegando no seu queixo, obrigou-a a olhar para ele. Seu olhar sério, mas a princesa de Las Noches interpretou algo novo no seu olhar: felicidade e amor. Quer dizer, ela já tinha visto aqueles sentimentos… Mas agora estavam diferentes… Como seu fosse algo mais paternal!? Seria isso possível? Ele estaria mesmo feliz com a gravidez dela? Sentiu uma lágrima escorrer pela sua face direita que logo foi limpa pelo dedo pálido do espada.

– Cada dia que passa, me tornas mais humano Hime. – Ela simplesmente deixou de conter o impulso de abraça-lo e beijá-lo inúmeras vezes o seu rosto. Ele estava feliz! Ele aceitara! Que mais poderia ela pedir?

– Força Hime! Tu consegues! – Nelliel estava a ficar preocupada com a amiga. O parto já durava cinco horas e Orihime tinha cada vez menos força. Ela suava muito e estava mais pálida que o próprio Ulquiorra. Ela deveria estar um pouco vermelha pelo esforço, mas não! Ela estava branca como a cal. Aporro ajudava Nell, e este também já começara a assumir uma expressão preocupada. Se continuassem a demorar assim, ela ou a criança poderiam sofrer as consequências. A situação não estava nada favorável.

Fora do laboratório, as coisas também não estavam melhores. Ulquiorra estava desesperado. Aflição estava escrita em cada parte do seu rosto. Ele ouvia os gritos da sua Hime, ouviu os gritos cessarem mas o parto não acabar, e ouvia… Ou melhor, estava a ouvir cada vez menos a respiração dela. Estava a falhar, ele tinha que impedir que a ruiva sofresse mais, antes que ele a perdesse. Sofria, ao pensar que com isso poderia estar a matar o seu próprio bebé. Mas ele tinha que analisar as coisas friamente… Filhos poderiam ter outros (mesmo que não fosse a mesma coisa), mas mulher só teria aquela e sempre seria assim.

Não era que seus filhos fossem substituíveis, porque não eram, mas se tinha de escolher, escolhia quem ele amou em primeiro lugar. Se ele amava aquela criança, era porque amava a mãe dela! Porque amou a mulher de olhos cinzentos primeiro. Sem ela, aquele bebé também não existiria.

Grimmjow impedia que o moreno entrasse no laboratório e cometesse alguma estupidez. Mas compreendia a sua dor. Nem queria imaginar estar no seu lugar, ficaria doido. Se até ele, o espada mais frio, está naquele pânico, nem queria imaginar-se a ele mesmo…

Orihime revivia cada momento junto do amado, como se nunca mais voltasse a viver aquela felicidade. Fechou os olhos, tinha de pelo menos salvar o seu filho ou filha. Não sabia porquê mas acreditava que seria uma menina. Sorria ao imaginar como ela seria, seria parecida com ela ou com o pai? Uma dor profunda invadiu todo o seu corpo. Teria de fazer força, uma última vez, nem que isso a arrebentasse por dentro mas teria de fazê-lo!

Obrigou o corpo a contrair-se e mandar para fora aquele ser dentro dela. Orihime berrava de dores, lágrimas misturavam-se com o seu suor; sentia-se a rasgar ao meio. As dores eram insuportáveis… Mas por fim ouviu o choro de um bebé. Abriu um pouco os olhos e viu nublosamente, um bebé no colo da Nelliel. Viu aquele ser lindo que ela e o amor da sua vida geraram e riu como uma boba, ignorando as dores que sentia ao fazer isso.

– Minha filha... – Com o seu último sussurro, permitiu que seus olhos se fechassem e tudo ficou escuro.

– Hime-chan… Oe, acorda hime…– Nelliel sacudia os ombros da ruiva, tentando despertá-la mas nada, não acreditava que aquilo era o fim.- ORIHIME! – Gritava, abraçando-se ao corpo da amiga. Aporro tinha a menina nos seus braços com o olhar baixo. Não conseguia encarar aquela situação.

Ulquiorra ficou ralado ao escutar os gritos da sua onna mas acalmou-se quando ouviu o choro de um bebé. Estava radiante. Sentia-se tão bem. Como nunca se sentiu. Ele realmente tinha muito a agradecer àquela ruivinha. Mas alarmou-se novamente ao ouvir o grito da ex espada. Ela nunca tratava a hime pelo nome, a não ser que fosse algo muito grave… Ouvia o choro dela. E por um momento parou. Seria aquilo que ele estaria a pensar? Ela estava …? Não se mexia, seu corpo não lhe obedecia. Seu rosto não expressava nada mas o seu peito transbordava de sentimentos…

Ele entrou na divisão, cambaleando. Tentava manter o próprio corpo em pé. E viu a cena que o desarmou completamente. Aporro com a sua filha no colo, sua linda filha, sorriu ao vê-la mas os soluços da espada tiraram-no das suas divagações. E aí o mundo caiu-lhe os pés. Inoue estava pálida como nunca a vira, a única cor que se destacava na sua pele era o vermelho de seu sangue. Nell não largava o corpo dela, percebendo assim a mensagem desse gesto.

Sentiu os olhos lacrimejarem pela segunda vez na sua vida, mas pelo mesmo motivo. Aproximou-se da cama, agarrando fortemente na mão da onna. Nelliel afastou-se e saiu do quarto com Aporro para lhe dar privacidade. A mulher de cabelos verdes olhou uma última vez para o moreno, sentindo dó por ele. E fechou a porta.

Ulquiorra simplesmente não aceitava aquilo. Outra vez não! Tudo por sua culpa, devia ter tido cuidado, velado pela sua gravidez e assim o parto não teria corrido assim. Lágrimas escorriam pelas suas lágrimas eternas verdes. Suspirou, apertando com mais força a mão sem vida. Trincava o seu próprio lábio superior, revolta. Como permitiu que aquilo acontecesse outra vez?

Estava tão imerso na sua própria raiva que não notou em dedos finos acariciarem a sua mão. Só percebeu isso, quando chamaram o seu nome com delicadeza. Uma doçura que ele só conhecia numa voz.

– Ulqui-kun… Ela é linda, não é?– Ela olhava para o espada carinhosamente, feliz. Ulquiorra não percebeu o que passava, mas aí olhou para uma luz no ventre dela e viu que era a regeneração dos acontecimentos. Ela estava conseguir curar-se? Teve vontade de rir, mas conteve-a. Ainda tinha uma reputação a defender.

– É Hime, só espero que no futuro isso não me venha a ser um problema…– Orihime piscou os olhos algumas vezes, com a boca entreaberta, e começou a gargalhar. Ela acabara de nascer e ele preocupado já com os futuros pretendentes da sua filha? Que pai ciumento, e controlador! Era um disparate preocupar-se com isso. Ou talvez nem tanto assim.

Ele tinha a testa franzida, não queria pensar nisso agora, neste momento queria aproveitar o facto de ela estar com ele. Contudo não gostava de ser alvo de piada e ela sabia disso. Bufou. Ela o puxou pelo pulso, ainda rindo, dando-lhe um pequeno beijo. Mas transmitindo tudo o que sentiam. Por vezes são as coisas pequenas que fazem grandes coisas.

– Yue…– Disseram os dois ao mesmo tempo. Riram levemente com a sincronia deles.

– … Significa Lua. A lua que testemunhou todo o nosso amor, tudo pelo que passámos para estarmos hoje aqui. – Concluiu Orihime com um brilho especial no olhar.

– A nossa filha será o testemunho da nossa história, Hime.




Capítulo 28- Amor sem Fim
P.S.: A letra a negrito é a música é o 30º encerramento de Bleach, "Mask" de Aqua Timez! Se quiserem até aconselho ouvirem a música ao mesmo tempo que lêem.


Onde posso encontrar um coração sem uma única cicatriz?

O vento me perguntou quanto ele passou pela minha nuca

Dentro de mim, eu não tenho uma resposta legitíma

Pois cada pessoa vive somente sua própria vida.


ORIHIME INOUE POV

Quando fechar os olhos e imaginar uma pessoa… Quero ter a certeza inquestionável que essa pessoa também pensa em mim quando fecha os olhos. Que lhe faço falta quando não estou ao pé dela.

Quero ter a certeza absoluta que apesar dos meus erros e loucuras, há alguém que me valoriza pelo que eu sou e não pelo que eu tenho.

Que me veja como realmente sou, que dê valor ao mais importante que é os meus sentimentos e que não brinque com eles. Que cuide do meu coração e não abuse dele e jogue fora, como se eu fosse ninguém. Quero ser alguém importante para essa pessoa, como ela é para mim.

Que essa pessoa me peça para eu nunca mudar meu jeito, que eu seja sempre eu mesma, e não uma máscara que eu criei.

Sendo derrubado por uma fonte tão azul

Juntos, abrimos caminho através da luz do verão

Positividade, estendo sobre a estrada que você escolheu

Assim, um dia você será iluminada novamente.

Quero que você viva sem nenhuma tempestade

Portanto, não odeie essa chuva passageira

Quero que você viva sem ter que mentir


Então, solidão não é algo a se preocupar.

Mesmo que estejamos separados, nossos corações sempre estarão unidos por um laço indestrutível: o amor.

O amor está escondido dentro de você

Você pode mudá-lo de lugar como bem entender

Sempre, sempre

Desde o dia em que você nasceu, sempre

Você, eu, eles e todas as pessoas

Vagamos sem rumo sem poder dizer nada, só esperando que

Algum dia, algum dia

Nossas palavras alcancem seu destino.

Perdi minha chance de entrar no círculo das pessoas

O que devemos fazer quando perdemos?

Olhando por outro ponto de vista

O desejo de desistir da vida existe apenas em nosso pensamento.


– Nelliel, sua maldita! Volta aqui!

– Jowjow-kun foi uma brincadeirinha inocente! Não leves as coisas tão a sério!

Obrigada pelas nossas brigas, sinto-me livre para ser quem sou. Sinto que posso sempre dizer o que quiser… Como me sinto sem ficares chateado comigo. Sinto-me livre contigo. Que não preciso de ser outra pessoa para te agradar.

– Mais força nessas pernas Jowjow-kun, olha que ficas para trás.

– NELLIEL!

Certas horas nós não precisamos de um amor ou de uma paixão abrasadora… Por vezes não queremos um beijo na boca, nem corpos que se encontram na maciez da cama… Por vezes só queremos uma mão no nosso ombro, um abraço apertado ou uma pessoa que esteja ao nosso lado, quietinha, só a ouvir a minha respiração, as minhas lágrimas ou até o meu desabafo. Só isso. Sem palavras.

Quando sentimos vontade de chorar, desejamos alguém. Alguém que nos oiça sem julgar, que nos escute com paciência, que saiba brincar connosco, que nos faça sorrir mesmo não tendo vontade…

Que ria das nossas piadas sem piada nenhuma, que ache que as nossas tristezas são as maiores de todas, que nos dê elogios sem parar, e que apesar de todas essas mentiras úteis, que nos sejam de uma sinceridade inquestionável.

Que nos mande calar quando vamos dizer um absurdo ou que impeça que façamos alguma estupidez. Alguém que possa dizer: Não está certo mas estarei sempre do teu lado ou Eu te amo e estarei sempre aqui para ti.

Querer fugir para algum lugar que não está aqui

Querendo se tornar alguém que não era eu

Por hora temos que usar essa máscara sorridente

O que realmente as pessoas querem?

Deitado sobre a grama

Após chorar um pouco

Removi o buraco da minha mente

O céu ficou todo azul

E nesse momento, eu gritei com toda a minha força.


– Seu baka olha o que fixes-te!

– Foi um acidente Rukia!

– Agora o Aiko está todo sujo. Vem à mamã vem!

Ao ver o fruto do nosso amor, relembro por tudo o que passamos e sinto-me vitoriosa. Sinto que o nosso amor não tem barreira, que juntos conseguimos derrotar tudo e todos. Por isso estamos juntos.

Não quero discutir com o mundo, mas se isso inevitavelmente acontecer, espero arranjar forças para provar que o amor existe. Que ele é superior a qualquer outro sentimento. Rancor e ódio nada podem com ele. Não existe vitória sem humildade e paz.

Quero acreditar que se eu falhar hoje, amanhã terei outro dia, que se não desistir de meus sonhos, poderei alcança-los e ser feliz.

Que a esperança nunca será afetada por palavras e pessoas pessimistas.

Quero poder ter a liberdade de chegar ao pé de uma pessoa o que sinto por ela, o quanto ela é especial e essencial na minha vida, sem me preocupar com terceiros… Sem feri-los com o meu sentimento.

Quero poder dizer a todos: Nada foi em vão!

O amor existe, que vale a pena ter amigos, que a vida é bela, e que eu sempre dou o melhor de mim por algo… e valeu a pena tudo o que eu fiz.

Está tudo bem, se não existir uma máquina do tempo

Eu só quero ser capaz de valorizar este momento

Mas, mas

Incapaz de se livrar dos meus arrependimentos

Escolhi ficar sozinho, para que um dia eu possa estar com você

Para que pudéssemos nos tornar um, me quebrei em pedaços

Sim, isso mesmo

Para que um dia nossas vidas se encaixem.

Mesmo que não haja nenhum nome bonito para os sentimentos que você me deu

Nós continuamos dançando rapidamente no céu das lembranças.


– Toshi deixa os papéis e vamos sair um pouco!

– Tenho trabalho e tu também.

– Nada que não possamos fazer mais tarde…

O que mais gosto em ti são as surpresas. Tudo em ti me surpreende, tudo é uma novidade. Todos os dias aprendo algo sobre ti, e por isso cada dia me apaixono por ti.

Você quer viver sem nenhuma nuvem

Portanto, não odeie essa chuva

Você quer viver sem mentiras

Então, você simplesmente se tornará solitária.


– Onna o que sentes quando estás comigo?

– Sinto que encontrei a minha metade perdida. O meu outro eu. Contigo não preciso de usar máscaras, sou eu mesma. Tu conheces-me melhor que ninguém e eu a ti. Somos um, porque juntos formamos um kokoro. Não preciso de esconder quando estou triste, sei que me amas até nos piores dias. Sei que não gostas que sorrio quando estou em baixo, tu gostas do meu sorriso mas do verdadeiro. Não preciso de carregar as minhas dores sozinha por tu sempre me ajudes a suportar. Juntos. Porque quando se trata de amor, nunca se está sozinho.

A solidão que havia se tornado uma criança dentro de mim

Você a encontrou e a abraçou fortemente, dizendo

"Está tudo bem em chorar"

Eu comecei a me sentir como se pudesse segurar minhas lágrimas

Apesar de estar triste, parei de chorar

Eu sempre, eu sempre


Estive chorando.

Por vezes acordo num sonho com aquele gostinho de "quero mais". Fico a pensar nele o resto do dia em como seria bom ter continuado a dormir.

Existem pessoas assim, pessoas pela qual eu dormiria uma vida inteira se fosse necessário mas a realidade vem e acorda-me bruscamente, levando de mim aquele sonho tão bom.

Também há pessoas como estrelas brilhantes no céu. Luzes que iluminam as noites escuras da minha vida. Mas aí vem o amanhecer e nos rouba com toda a sua claridade aquela estrela tão linda.

Há outras pessoas que parecem flores. Discretas em beleza, mas que alegram sempre o nosso caminho. Mas com o passar do tempo, as flores murcham e fico cheia de saudades da sua cor vívida e do seu perfume delicado.

Mas também há pessoas que são simplesmente o amor. Um amor doce como o mel de uma flor, que desbrochou numa estrela e que veio até nós num lindo sonho. Flores, estrelas ou sonhos, mais cedo ou mais tarde acabam. Mas o amor, esse não tem fim. Nunca termina.

É assim a nossa vida Ulqui-kun,

Um amor sem fim.


Eu sempre quis sorrir livremente, sem me esconder

Sem ter que colocar uma máscara em meu coração.



--x--x--

Bem é isto, espero terem gostado! Wink
Eu nunca pensei que a minha primeira fic ficasse deste tamanho, aliás era um oneshot... Isso já diz tudo! Beijinhos*

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Os Sentimentos de Ulquiorra
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